Entre os anos 1960 e 1980, o continente latino-americano, mais acentuadamente a América do Sul, viveu um período marcado pelos regimes militares. Ainda hoje é possível sentir suas conseqüências.
De início, a intervenção dos militares era anunciada como passageira e saneadora do "caos causado pela esquerda" dos países latino-americanos. Em cada país de intervenção militar é óssível observar alguns pontos em comum:
- Dissolução das instituições representativas
- Falência ou cruse dos regimes e partidos políticos tradicionais
- Militarização da vida política e social em geral
- Crescente poderio econômico, social e político da instituição militar.
No decorrer das próximas postagens falaremos mais dos regimes militares latino-americanos, como: Brasil, Bolívia, Argentina, entre outros.
Buscaremos traçar pontos em comum e dessemelhanças entre eles, seus principais autores e acontecimentos, o desenrolar dos fatos, a participação "patrocinadora" dos Estados Unidos, as perseguições, exílios, etc. Falaremos ainda sobre o poder sangrento desses regimes, como por exemplo, a ESMA, na Argentina, que vitimou mais de 5 mil pessoas.
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Até às próximas postagens.
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